O crédito consignado para trabalhadores CLT completa um ano com R$ 84 bilhões em empréstimos, mas a falta de regulamentação do FGTS como garantia mantém juros elevados.
O crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) completa um ano de existência com um volume de R$ 84 bilhões em novos empréstimos. Apesar do montante, a expectativa inicial do governo de emprestar R$ 100 bilhões em apenas três meses não foi atingida, e a promessa de baratear os juros por meio da regulamentação do uso do FGTS como garantia ainda não se concretizou. Essa ausência de regulamentação faz com que a taxa de juros média para o consignado CLT seja de 3,85% ao mês, o dobro da praticada para servidores públicos e aposentados.
O governo não pretende fixar um teto para os juros no setor privado, mas planeja notificar e suspender instituições financeiras que praticarem taxas consideradas abusivas. Especialistas do setor financeiro destacam que a falta de avanço na operacionalização das garantias, como o FGTS, limita o potencial do programa e impede uma redução mais significativa nas taxas de juros, impactando diretamente a inclusão financeira dos trabalhadores.
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