Casa Branca defende ganhos de Trump com cripto em meio a críticas
O presidente Donald Trump atribuiu seus ganhos bilionários à alta do mercado e nega gestão direta, enquanto o governo enfrenta pressão por conflitos de interesse.
Pontos principais
- Documentos financeiros revelam que a família Trump lucrou mais de US$ 1 bilhão com criptoativos desde 2025.
- O patrimônio pessoal do presidente saltou de US$ 2,3 bilhões em 2024 para US$ 6,5 bilhões em 2026.
- Trump declarou mais de US$ 1,4 bilhão em renda anual, atribuindo o sucesso à valorização do mercado de ações.
- O presidente afirmou que não gerencia suas finanças pessoalmente, delegando a tarefa a fundos especializados.
- Empresas de Trump receberam cerca de US$ 800 milhões da startup World Liberty Financial, incluindo US$ 520 milhões em tokens.
- A senadora Elizabeth Warren classificou os ganhos como 'corrupção descarada' e defende novas restrições legais.
- A Casa Branca nega irregularidades e afirma que as políticas visam tornar os EUA a capital mundial das criptomoedas.
A Casa Branca defende a legalidade dos ganhos da família Trump no setor de criptoativos, argumentando que a valorização reflete o sucesso da política de incentivo ao segmento e a alta do mercado de ações. Em declaração submetida ao Escritório de Ética Governamental referente a 2025, o presidente declarou mais de US$ 1,4 bilhão em renda anual. Trump reiterou que não gerencia pessoalmente suas finanças, delegando a administração a fundos terceirizados, e destacou que os lucros são reflexo de uma economia em expansão. Documentos indicam que empresas ligadas ao presidente receberam cerca de US$ 800 milhões da World Liberty Financial, sendo US$ 520 milhões provenientes da venda de tokens.
Apesar das justificativas, a senadora Elizabeth Warren lidera as críticas, classificando os lucros como 'corrupção descarada' e pressionando por uma legislação que proíba autoridades e seus familiares de lucrarem com o setor de criptoativos para mitigar conflitos de interesse. O Executivo mantém a postura de que as políticas atuais são benéficas para o país, enquanto lida com o escrutínio público sobre a gestão de seus empreendimentos privados. Paralelamente, o governo articula sua agenda política para as eleições de meio de mandato, enfrentando decisões recentes da Suprema Corte que impactam temas sociais e regulatórios.
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