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Patrimônio de Donald Trump cresce US$ 2,2 bilhões em 2025

O patrimônio do presidente dos EUA subiu US$ 2,2 bilhões em 2025, impulsionado por criptoativos, licenciamento de produtos e um volume recorde de mais de 22 mil negociações no mercado de ações.

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Foto: G1 Mundo
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01/07 às 08:45 · atualizado 19:02

Pontos principais

  • O patrimônio líquido de Donald Trump registrou um incremento de US$ 2,2 bilhões ao longo de 2025.
  • Dados do Escritório de Ética Governamental confirmam que US$ 1,4 bilhão provém de investimentos em criptomoedas e memecoins.
  • O patrimônio pessoal total do presidente saltou de US$ 2,3 bilhões para US$ 6,5 bilhões em dois anos.
  • Análise do Financial Times aponta que o presidente declarou mais de 22 mil transações de ações em 2025.
  • O valor total das aquisições de ativos mobiliários pelo presidente alcançou a marca de US$ 1,4 bilhão.
  • A diversificação da renda inclui licenciamento de produtos, como Bíblias e fragrâncias, além de direitos de imagem.
  • O presidente negou publicamente ter utilizado o cargo para obter ganhos financeiros pessoais.
  • A Casa Branca nega conflitos de interesse, afirmando que os ativos são geridos por terceiros.
  • O documento detalha o recebimento de mais de US$ 350 mil em presentes, incluindo obras de arte e ingressos esportivos.

O patrimônio do presidente Donald Trump registrou um aumento de US$ 2,2 bilhões em 2025, conforme dados oficiais detalhados em 927 páginas de registros do Escritório de Ética Governamental dos EUA. O crescimento, que elevou sua fortuna pessoal para US$ 6,5 bilhões, foi impulsionado por uma combinação de investimentos em criptoativos, expansão imobiliária e uma intensa atividade no mercado de ações. Declarações financeiras confirmam que US$ 1,4 bilhão do faturamento anual provém diretamente de empreendimentos no setor digital, incluindo a plataforma World Liberty Financial e o token $TRUMP, superando a receita anual de diversas empresas do setor listadas em bolsa.

Além dos ativos digitais, uma análise recente do Financial Times revelou um volume expressivo de negociações no mercado de ações. O presidente declarou mais de 22 mil transações individuais ao longo do ano, totalizando até US$ 1,4 bilhão em compras de ativos mobiliários. Investigações jornalísticas destacaram que algumas dessas operações, envolvendo empresas como Nvidia e Intel, ocorreram em períodos próximos a anúncios governamentais relevantes, o que intensificou o debate público sobre possíveis conflitos de interesses e a necessidade de maior transparência na gestão de ativos presidenciais.

O documento também detalha receitas robustas provenientes de hotéis, campos de golfe globais e fontes inusitadas, como o licenciamento de Bíblias, fragrâncias e direitos de imagem em produções cinematográficas como 'Esqueceram de Mim'. Em resposta às críticas, o presidente negou ter utilizado o cargo para obter vantagens financeiras, atribuindo a valorização de seus ativos ao desempenho natural do mercado e a investimentos realizados de forma independente.

A Casa Branca reiterou que o presidente não se envolve na gestão cotidiana de suas empresas e que os investimentos são geridos por fundos terceiros. O governo nega qualquer irregularidade ou uso de informações privilegiadas em suas decisões políticas, enfatizando que o presidente atua estritamente em prol do interesse público. O tema ganhou repercussão no Congresso, onde parlamentares analisam os impactos dessas divulgações financeiras presidenciais, mantendo a intersecção entre a fortuna pessoal do presidente e as políticas regulatórias de seu governo como um ponto central de escrutínio por parte de analistas e opositores.

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