Trump registra ganhos de US$ 2,2 bilhões em 2025
Renda do presidente superou US$ 2,2 bilhões, impulsionada por criptoativos, enquanto investidores enfrentam perdas em ativos ligados à sua família.
Pontos principais
- A renda de Donald Trump em 2025 ultrapassou US$ 2,2 bilhões, segundo relatórios da Casa Branca.
- O setor de criptomoedas gerou US$ 1,4 bilhão, mas dados da Nansen mostram que a maioria dos investidores em tokens ligados ao presidente registra prejuízo.
- Empreendimentos imobiliários como Mar-a-Lago e o Trump National Doral apresentaram crescimento nos rendimentos.
- O Congresso americano debate projeto de lei para restringir lucros de ocupantes de cargos eletivos em setores beneficiados por suas decisões regulatórias.
- A Casa Branca nega irregularidades e afirma que as políticas adotadas visam o interesse público.
Documentos financeiros divulgados pela Casa Branca revelam que o presidente Donald Trump acumulou uma renda superior a US$ 2,2 bilhões em 2025. O montante foi impulsionado majoritariamente por investimentos no setor de criptoativos, que somaram US$ 1,4 bilhão através de projetos como a World Liberty Financial e royalties de memecoins. O relatório também aponta ganhos robustos em propriedades imobiliárias e US$ 86,5 milhões provenientes de acordos judiciais, recursos que foram utilizados para quitar dívidas, como a hipoteca do 40 Wall Street. Enquanto o patrimônio presidencial cresceu, investidores individuais enfrentam desvalorizações expressivas em ativos ligados à família Trump; dados da empresa Nansen indicam que cerca de dois terços dos compradores do token $TRUMP e 85% dos investidores em tokens WLFI estão no prejuízo. A disparidade entre o lucro do presidente e o desempenho dos ativos gerou críticas sobre possíveis conflitos de interesse, especialmente diante das recentes flexibilizações regulatórias promovidas por sua administração no setor de criptoativos. Em resposta, o Congresso americano iniciou debates sobre um projeto de lei que visa impedir que ocupantes de cargos eletivos lucrem com atividades beneficiadas por suas próprias decisões. A Casa Branca nega qualquer irregularidade, sustentando que as ações governamentais são pautadas pelo interesse do povo americano.
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