O documento subiu no ranking global de mobilidade, mas enfrenta limitações devido a desafios econômicos estruturais do país.
O passaporte brasileiro consolidou sua posição como o segundo mais forte da América Latina, alcançando o 49º lugar no Global Passport Index 2026. Segundo a consultoria Global Citizen Solutions, o documento é avaliado como um ativo completo, que integra critérios de mobilidade, economia e qualidade de vida. Embora o Brasil tenha se destacado com uma nota expressiva de 90,7 em diplomacia e facilidade de trânsito internacional, o desempenho econômico interno, marcado por desafios como a carga tributária e a renda per capita, impede que o país suba ainda mais no ranking global. Além disso, a estratégia diplomática brasileira, que prioriza a reciprocidade na exigência de vistos para nações como Estados Unidos, Canadá e Austrália, continua sendo um ponto central na análise da força do documento perante a comunidade internacional.
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