Brasil cai para a 65ª posição em ranking global de competitividade
O país atingiu seu pior desempenho histórico no levantamento do IMD, registrando queda em todos os pilares de avaliação econômica.
Pontos principais
- Brasil ocupa a 65ª colocação entre 70 economias avaliadas pelo IMD.
- Eficiência empresarial foi o pilar com maior queda, recuando 11 posições.
- Educação básica, custo de capital e produtividade são os pontos mais críticos.
- Matriz energética renovável e geração de empregos seguem como destaques positivos.
- Singapura lidera o ranking mundial, seguida por Hong Kong, Suíça e Taiwan.
O Brasil registrou uma queda de sete posições no Ranking Mundial de Competitividade 2026, atingindo o 65º lugar entre 70 países analisados. O resultado marca o pior desempenho histórico do país no levantamento realizado pelo IMD, que avalia indicadores de desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura. A deterioração foi generalizada, com destaque negativo para a eficiência empresarial, que recuou 11 posições, refletindo desafios estruturais persistentes como a baixa produtividade da força de trabalho, os elevados custos de capital e as deficiências na educação básica. Apesar do cenário desfavorável, o país mantém vantagens competitivas em setores específicos, como a matriz energética renovável, a oferta de subsídios governamentais e a capacidade de geração de empregos de longo prazo. A liderança global do ranking foi assumida por Singapura, evidenciando o distanciamento das economias mais competitivas em relação ao desempenho brasileiro.
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