Teerã sugere supervisão conjunta no Estreito de Hormuz, enquanto bolsas globais sobem e o iene atinge mínima histórica de quatro décadas.
O governo do Irã reafirmou sua intenção de supervisionar o tráfego marítimo no estratégico Estreito de Hormuz, propondo uma parceria com Omã para o controle da região. Apesar da ameaça de ações unilaterais caso o acordo não seja concretizado, os mercados financeiros globais reagiram com otimismo. O setor de tecnologia liderou a alta das bolsas, enquanto o prêmio de risco de guerra diminuiu, beneficiando especialmente o mercado acionário de Dubai, que registrou seu melhor desempenho trimestral em um ano. Paralelamente, o cenário macroeconômico global foi marcado pela desvalorização do iene japonês, que atingiu sua mínima em quatro décadas. O fluxo de energia pelo Golfo Pérsico mantém-se resiliente, com o aumento no tráfego de superpetroleiros sinalizando que, até o momento, a estabilidade do fornecimento global de petróleo não foi comprometida pelas tensões diplomáticas na região.
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