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Frigoríficos brasileiros ajustam produção após fim de cotas para China

O encerramento das cotas de exportação para o mercado chinês força frigoríficos a paralisar unidades e redirecionar operações para outros países.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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30/06 às 20:32

Pontos principais

  • A empresa Frigol anunciou férias coletivas em uma unidade produtiva no Pará devido às novas restrições.
  • A Minerva Foods passou a atender a demanda chinesa por meio de plantas na Argentina, Colômbia e Uruguai.
  • O fim das cotas de exportação gera incertezas operacionais e exige ajustes estratégicos no setor de proteína animal.
  • Empresas buscam alternativas logísticas para manter o fluxo de vendas diante da mudança nas regras comerciais.

O setor de proteína animal no Brasil enfrenta um período de reestruturação operacional após o fim das cotas de exportação para o mercado chinês. A mudança nas regras comerciais impôs desafios imediatos para a indústria, resultando na paralisação de atividades e na concessão de férias coletivas, como observado na unidade da Frigol localizada no Pará. Para mitigar os impactos financeiros e manter o abastecimento do mercado chinês, grandes players como a Minerva Foods optaram por redirecionar suas exportações, utilizando plantas localizadas na Argentina, Colômbia e Uruguai como base de fornecimento. Esse movimento reflete a necessidade de adaptação das empresas brasileiras frente a um cenário de maior incerteza regulatória, buscando alternativas logísticas e geográficas para preservar sua competitividade e o fluxo de vendas internacionais diante das novas restrições impostas pelo principal parceiro comercial do setor.

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