A forte demanda por carne bovina brasileira de mercados como EUA, UE e Oriente Médio está compensando a cota restritiva da China, garantindo bom ritmo de exportações.
A demanda global por carne bovina brasileira, especialmente de mercados como Estados Unidos, União Europeia e Oriente Médio, está compensando o impacto da cota restritiva imposta pela China. Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), essa diversificação de mercados garante um bom ritmo de exportações para o Brasil, minimizando as preocupações com as medidas de salvaguarda chinesas previstas para 2026.
Os Estados Unidos, que se tornaram o segundo maior mercado, deverão importar 2,5 milhões de toneladas em 2026 devido à redução de seu rebanho. Outros países como Chile, Rússia, Egito, Emirados Árabes, México e Arábia Saudita também registraram crescimento expressivo nas importações. Apesar dos desafios logísticos impostos pela guerra no Oriente Médio, o setor tem redirecionado embarques e utilizado rotas alternativas para manter o fluxo comercial. Há ainda perspectivas para a abertura de novos mercados como Vietnã, Indonésia, Japão e Coreia do Sul.
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