Plataformas de e-commerce da China adaptaram cadeias logísticas para manter a competitividade após o fim da isenção 'de minimis' pelo governo Trump.
O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, encerrou a isenção tarifária conhecida como 'de minimis', que permitia a entrada de remessas de baixo valor sem a incidência de impostos alfandegários. A política tinha como objetivo principal conter o fluxo massivo de produtos chineses de baixo custo que inundavam o mercado americano. No entanto, plataformas de e-commerce e empresas de logística da China reagiram rapidamente, reestruturando suas cadeias de suprimentos e operações transfronteiriças para mitigar os efeitos da nova taxação. Essas adaptações logísticas permitiram que as companhias mantivessem sua competitividade de preços, neutralizando parte do impacto pretendido pela barreira comercial imposta pela Casa Branca. A movimentação destaca a complexidade de regular o comércio eletrônico global e a resiliência das cadeias de suprimentos chinesas diante de novas restrições protecionistas.
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