Setor de saúde privada impulsiona o mercado de trabalho brasileiro, mas ainda enfrenta desafios persistentes com a desigualdade salarial de gênero.
O setor de saúde privada consolidou-se como um dos principais motores do mercado de trabalho formal no Brasil, sendo responsável por 20% das novas vagas abertas em abril. Impulsionado pelo envelhecimento da população e pela maior incidência de doenças crônicas, o segmento emprega hoje 4,3 milhões de profissionais, com a maior parte das contratações concentrada em hospitais, clínicas e laboratórios. Apesar do crescimento expressivo de 3,7% ao ano, o setor ainda lida com disparidades estruturais. Embora as mulheres sejam a maioria na força de trabalho, elas ainda recebem salários inferiores aos dos homens. Contudo, houve uma melhora no cenário, com a diferença salarial entre gêneros reduzindo de 21,3% para 15,8% no último período, sinalizando um avanço gradual na equidade dentro da área.
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