Terremoto na Venezuela deixa 1.430 mortos e mobiliza resgate internacional
Esforços de busca seguem na Venezuela após terremoto que causou 1.430 mortes e deixou milhares de desaparecidos, com 33 pessoas resgatadas com vida.
Pontos principais
- O balanço oficial confirma 1.430 mortes, com estimativas da ONU indicando mais de 50 mil desaparecidos.
- Trinta e três sobreviventes foram localizados sob os escombros por equipes nacionais e internacionais.
- Brasil, Estados Unidos e outros 15 países enviaram ajuda humanitária e equipes de resgate ao país.
- O governo venezuelano coordena a distribuição de suprimentos com as Forças Armadas e centros de doação.
- O CAF anunciou um fundo de R$ 5 milhões destinado ao apoio à reconstrução das áreas atingidas.
A Venezuela enfrenta uma crise humanitária de grandes proporções após um forte terremoto que resultou em 1.430 mortes confirmadas. Agências da Organização das Nações Unidas estimam que o número de desaparecidos possa ultrapassar 50 mil pessoas, enquanto equipes de resgate, compostas por mais de 2.200 especialistas internacionais e forças locais, mantêm uma corrida contra o tempo para localizar sobreviventes. Até o momento, 33 pessoas foram retiradas com vida dos escombros, um esforço que a presidente interina Delcy Rodríguez classificou como crítico para a preservação de vidas.
A operação de socorro conta com o apoio logístico de 17 países, incluindo Brasil e Estados Unidos, que enviaram equipes especializadas e suprimentos. O governo venezuelano, em parceria com as Forças Armadas, estabeleceu centros de coleta para organizar a distribuição de ajuda à população afetada. Paralelamente aos esforços de salvamento, o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) anunciou a liberação de um fundo de R$ 5 milhões para auxiliar na reconstrução das infraestruturas devastadas pelo desastre natural.
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