Pesquisas apontam que o esgotamento de líderes compromete a produtividade e a retenção de talentos nas organizações globais.
O mercado de trabalho enfrenta uma crise de esgotamento profissional que tem nos gestores seu novo elo frágil. Segundo dados da Gallup e da Previdência Social, o aumento de transtornos mentais e a queda no engajamento desses profissionais têm gerado efeitos em cascata, prejudicando a produtividade e a retenção de talentos nas empresas. O problema é agravado pela prática comum de promover especialistas técnicos a cargos de liderança sem o devido preparo estratégico, deixando-os sobrecarregados com demandas para as quais não foram capacitados. Esse cenário tem levado executivos e profissionais mais jovens a questionar a viabilidade de assumir posições de comando. Em contrapartida, organizações que investem em formação estruturada conseguem manter níveis de engajamento quatro vezes superiores à média global, destacando a necessidade de uma mudança na gestão de talentos para garantir a sustentabilidade das operações.
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