Esgotamento profissional atinge níveis críticos entre gestores
Pesquisas apontam que o esgotamento de líderes compromete a produtividade e a retenção de talentos nas organizações globais.
Pontos principais
- Levantamento da Gallup indica queda expressiva no engajamento de gestores desde 2022.
- Dados da Previdência Social mostram recorde de benefícios por transtornos mentais no Brasil em 2025.
- Empresas frequentemente promovem especialistas técnicos a cargos de gestão sem oferecer treinamento adequado.
- Profissionais mais jovens estão reavaliando o desejo de assumir posições de liderança devido ao alto custo pessoal.
O mercado de trabalho enfrenta uma crise de esgotamento profissional que tem nos gestores seu novo elo frágil. Segundo dados da Gallup e da Previdência Social, o aumento de transtornos mentais e a queda no engajamento desses profissionais têm gerado efeitos em cascata, prejudicando a produtividade e a retenção de talentos nas empresas. O problema é agravado pela prática comum de promover especialistas técnicos a cargos de liderança sem o devido preparo estratégico, deixando-os sobrecarregados com demandas para as quais não foram capacitados. Esse cenário tem levado executivos e profissionais mais jovens a questionar a viabilidade de assumir posições de comando. Em contrapartida, organizações que investem em formação estruturada conseguem manter níveis de engajamento quatro vezes superiores à média global, destacando a necessidade de uma mudança na gestão de talentos para garantir a sustentabilidade das operações.
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