Modelo de negócios de redes sociais prioriza engajamento ao explorar emoções dos usuários, segundo a pesquisadora Kaitlyn Regehr.
Em seu livro 'Nação Smartphone', a pesquisadora britânica Kaitlyn Regehr analisa como o modelo de negócios das grandes empresas de tecnologia utiliza vulnerabilidades emocionais para manter os usuários conectados. Segundo a autora, o foco na maximização do tempo de tela leva os algoritmos a priorizar conteúdos que despertam reações intensas e promovem a polarização, resultando na amplificação de materiais nocivos. Essa dinâmica, desenhada para capturar a atenção do público, levanta preocupações sobre o impacto das redes sociais na saúde mental e no comportamento dos usuários. A análise de Regehr destaca como a arquitetura dessas plataformas é estruturada para monetizar o engajamento, transformando as fragilidades psicológicas dos indivíduos em ativos estratégicos para a retenção de audiência no ambiente digital.
24 jun, 05:01
5 jun, 14:33
1 jun, 23:33
8 mai, 12:02
11 abr, 00:01
Carregando comentários...