O índice futuro opera em queda refletindo a desvalorização de ações de tecnologia no exterior e dados sobre as transações correntes brasileiras.
O Ibovespa Futuro iniciou o pregão em trajetória de queda, pressionado por um ambiente de aversão ao risco no cenário internacional. O setor de tecnologia lidera as perdas globais, com destaque para a desvalorização de 6% nas ações da Apple, motivada por preocupações com o encarecimento de componentes eletrônicos. Além disso, o sentimento dos investidores foi impactado por relatos de um possível adiamento do IPO da OpenAI, o que reverberou negativamente nos mercados asiáticos e locais. No Brasil, o foco dos investidores recai sobre o déficit de US$ 3,185 bilhões nas transações correntes registrado em maio, número que veio abaixo das projeções do mercado. A pressão é agravada pela desvalorização das commodities, com o petróleo e o minério de ferro operando em queda, refletindo incertezas sobre a dinâmica da oferta e demanda global.
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