O volume de novos empréstimos consignados para aposentados recuou 40% entre 2024 e 2026 devido a novas regras de segurança e ao endividamento.
A concessão de novos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS registrou uma queda expressiva de 40% no biênio 2024-2026. O recuo é resultado de uma combinação entre o endurecimento das normas de segurança, como a obrigatoriedade da biometria para evitar fraudes, e a deterioração da saúde financeira dos beneficiários. Atualmente, aproximadamente 25% dos segurados do INSS não possuem margem consignável ou perfil para novas contratações, refletindo um cenário de superendividamento. Esse movimento de retração no mercado de crédito reflete um esforço conjunto de instituições financeiras e órgãos reguladores para controlar o acesso ao crédito consignado, priorizando a proteção dos idosos contra o endividamento excessivo e garantindo maior transparência nas operações financeiras realizadas por esse público.
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