Estudo do Ministério do Trabalho aponta que 73,7% dos celetistas seriam impactados por uma eventual redução da jornada semanal para 40 horas.
Um levantamento realizado pelo Ministério do Trabalho revelou que 37,11 milhões de trabalhadores com carteira assinada no Brasil cumprem jornadas semanais superiores a 41 horas. O dado, que abrange tanto o setor privado quanto o serviço público, indica que a grande maioria dos 50,32 milhões de celetistas do país seria diretamente afetada por uma eventual alteração na legislação trabalhista. Atualmente, o Congresso Nacional debate uma proposta de emenda que busca reduzir a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Caso aprovada, a medida estabelece um prazo de até 14 meses para a transição, garantindo que a redução da carga horária ocorra sem prejuízos aos salários dos trabalhadores. A discussão ganha relevância ao colocar em pauta o equilíbrio entre a produtividade das empresas e a qualidade de vida dos profissionais brasileiros.
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