O governo argentino autorizou a captação de US$ 5 bilhões para reforçar reservas, reduzir custos de dívida e honrar compromissos externos.
O governo da Argentina oficializou a autorização para a emissão de até 5 bilhões de dólares em nova dívida e a contratação de empréstimos internacionais. A medida, que inclui garantias parciais de organismos multilaterais, visa fortalecer as reservas do país e reduzir os custos da dívida pública. Para viabilizar a operação, o decreto estabelece que eventuais disputas judiciais poderão ser resolvidas em tribunais de Nova York, conferindo maior segurança jurídica aos credores. Contudo, o governo impôs salvaguardas importantes: ativos estratégicos, como as reservas do Banco Central e receitas tributárias, não podem ser utilizados como garantia nas operações. As secretarias do Tesouro e de Finanças ficaram responsáveis por definir as condições técnicas e gerir as operações, em um esforço contínuo para estabilizar a economia e garantir o acesso aos mercados internacionais.
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