Após operação da Polícia Federal, o senador afirma que só deixará a liderança do governo no Senado se for solicitado diretamente pelo presidente.
O senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado, afirmou que não deixará seu posto voluntariamente após ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal. O parlamentar, que mantém uma relação de proximidade histórica com o presidente Lula, condicionou sua permanência no cargo a um pedido direto do mandatário. A situação gerou preocupação entre aliados, que avaliam que o desgaste político do senador pode comprometer o palanque de Lula na Bahia, um estado estratégico para o governo. O cenário coloca pressão sobre a articulação política do Planalto, que agora avalia se a continuidade de Wagner na liderança é sustentável diante das investigações em curso e dos possíveis reflexos eleitorais para a base governista nas próximas disputas regionais.
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