Estudo projeta emissão de 9 milhões de toneladas de CO2 na Copa de 2026, impulsionada pela expansão do torneio e pelo aumento de viagens aéreas.
Um estudo realizado pela SGR aponta que a Copa do Mundo de 2026 tem potencial para se tornar a edição mais poluente da história do torneio. A projeção indica a emissão de 9 milhões de toneladas de CO2, um impacto ambiental impulsionado principalmente pela logística de transporte aéreo, que sozinha deve ser responsável por 7 milhões de toneladas. A expansão do número de seleções para 48 e a distribuição dos jogos entre três países-sede aumentaram significativamente a necessidade de deslocamentos, tornando o evento um desafio para as metas globais de sustentabilidade.
Embora a Fifa defenda que possui uma estratégia climática abrangente, especialistas criticam a eficácia das medidas adotadas e argumentam que o crescimento do evento contradiz compromissos de redução de emissões. O debate reforça a pressão por limites ambientais mais rigorosos em grandes eventos esportivos internacionais.
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