Príncipe obtém liminar para retomar acesso ao Palácio do Grão-Pará
Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança recuperou acesso ao palácio em Petrópolis após ser impedido de entrar por seguranças da imobiliária familiar.
Pontos principais
- O príncipe Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança foi impedido de acessar sua residência por seguranças da Companhia Imobiliária de Petrópolis.
- A empresa, controlada por familiares do príncipe, teria trocado as chaves e utilizado força policial para retirá-lo do imóvel.
- O juiz Adriano Loureiro Binato de Castro concedeu uma liminar de reintegração de posse em favor de Dom Pedro Tiago.
- O Palácio do Grão-Pará é tombado pelo Iphan e possui um valuation estimado em R$ 70 milhões.
- A disputa familiar ocorre em meio a um processo de usucapião movido pelo príncipe contra a companhia imobiliária.
O príncipe Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança obteve uma liminar judicial que garante seu retorno ao Palácio do Grão-Pará, em Petrópolis. O caso ganhou repercussão após o herdeiro denunciar ter sido impedido de entrar em sua própria residência por seguranças da Companhia Imobiliária de Petrópolis, empresa que tem seu pai e tios como sócios. Segundo relatos, as chaves do imóvel teriam sido trocadas e força policial foi acionada para retirá-lo do local. A decisão do juiz Adriano Loureiro Binato de Castro atende ao pedido de reintegração de posse do príncipe, que trava uma batalha judicial contra a empresa familiar. O conflito, que envolve uma ação de usucapião, é motivado por divergências sobre o futuro do palácio, tombado pelo Iphan e avaliado em cerca de R$ 70 milhões, com suspeitas de que a família planeje a venda do patrimônio histórico.
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