Rússia mantém ataques aéreos à Ucrânia e descarta negociações
Moscou intensifica ofensiva aérea após ataques ucranianos a refinarias, enquanto G7 discute novas sanções e apoio militar a Kiev.
Pontos principais
- O governo russo confirmou a continuidade dos ataques aéreos e descartou negociações de paz no cenário atual.
- Refinaria de petróleo em Moscou foi atingida por drones ucranianos, provocando interrupções no tráfego aéreo local.
- Ataques russos com mísseis balísticos atingiram Kiev e Sumy, causando mortes e danos à infraestrutura.
- Líderes do G7 reunidos na França debatem o envio de sistemas de defesa aérea adicionais para a Ucrânia.
- O presidente Donald Trump classificou a cúpula como produtiva e reiterou a necessidade de um acordo para encerrar o conflito.
A escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia atingiu um novo patamar de intensidade com ataques mútuos a alvos estratégicos. Enquanto a Rússia mantém uma ofensiva aérea constante contra centros urbanos ucranianos, como Kiev e Sumy, a Ucrânia respondeu com ataques de drones contra uma refinaria de petróleo em Moscou, evidenciando a vulnerabilidade da infraestrutura russa. O Kremlin declarou que as operações militares prosseguirão, rejeitando qualquer possibilidade de diálogo diplomático no momento. Em resposta, líderes do G7, reunidos na França, discutem o fortalecimento das sanções contra a Rússia e o fornecimento urgente de sistemas de defesa aérea para proteger o território ucraniano. O presidente Donald Trump, presente nas negociações, destacou o caráter produtivo da cúpula e reforçou a urgência de um acordo de paz para estabilizar a região, embora as partes envolvidas permaneçam distantes de um consenso.
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