Líderes do G7 ampliam sanções contra a Rússia e reforçam apoio à Ucrânia
Países do G7 intensificam sanções ao setor de energia russo e reforçam o envio de sistemas de defesa antiaérea para proteger a Ucrânia durante cúpula em Evian.
Pontos principais
- Líderes do G7 ampliaram sanções contra o setor de petróleo e gás da Rússia para pressionar por negociações de paz.
- O Canadá anunciou a inclusão de 162 novos alvos, incluindo entidades e a 'frota fantasma', elevando o total de sanções a 3.400.
- O presidente americano Donald Trump manifestou apoio à retomada de restrições econômicas contra Moscou.
- O grupo se comprometeu a fornecer sistemas de defesa antiaérea para reforçar a proteção do território ucraniano.
- O Canadá destinou 2,8 bilhões de dólares em assistência militar para a Ucrânia ao longo de 2026.
- O Kremlin negou convite para a cúpula e afirmou que Zelensky pode visitar Moscou se estiver pronto para negociações sérias.
Durante a cúpula do G7 em Evian, os líderes das nações integrantes decidiram intensificar a pressão econômica sobre Moscou ao ampliar sanções contra o setor de hidrocarbonetos e a infraestrutura industrial de defesa russa. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, detalhou a inclusão de 162 novos alvos, focando especialmente na 'frota fantasma' e em receitas energéticas, consolidando o compromisso do país que já sancionou mais de 3.400 entidades e embarcações desde o início do conflito. O presidente americano, Donald Trump, reiterou seu apoio a essas medidas, reforçando a unidade do bloco no isolamento do Kremlin.
Em paralelo à pressão econômica, o G7 reafirmou o compromisso de fornecer sistemas de defesa antiaérea para proteger o território ucraniano, com o Canadá destinando 2,8 bilhões de dólares em assistência militar para 2026. Enquanto o presidente Volodimir Zelenski busca estratégias para forçar o fim da invasão, o governo russo, por meio de Dmitry Peskov, negou ter recebido convites para a cúpula e declarou que qualquer diálogo depende de uma disposição ucraniana para negociações sérias em Moscou. A coordenação entre os aliados busca equilibrar o suporte logístico a Kiev com a manutenção de uma frente diplomática robusta contra a Rússia.
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