O feriado federal enfrenta redução de apoio institucional e cortes de verbas sob a administração Trump, apesar de manter seu status legal.
O feriado de Juneteenth, que celebra o fim da escravidão nos Estados Unidos, enfrenta um cenário de crescente invisibilidade institucional e corporativa. Embora a data permaneça como um feriado federal, a administração do presidente Donald Trump adotou medidas que limitam sua promoção, incluindo a exclusão do dia e do Dia de Martin Luther King Jr. do calendário de entrada gratuita do Serviço Nacional de Parques. O movimento reflete um retrocesso mais amplo nas políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) no país.
No setor privado, grandes empresas reduziram investimentos em iniciativas de diversidade e patrocínios para celebrações comunitárias, impactando a realização de eventos locais. Apesar da retração no apoio corporativo e governamental, o feriado segue garantido em 33 estados e na capital Washington, D.C., onde funcionários públicos mantêm o direito ao dia de folga remunerado, evidenciando uma divergência entre a esfera pública estadual e a política federal atual.
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