Um juiz federal dos EUA suspendeu a exigência do governo Trump para que faculdades provem que não usam ações afirmativas, atendendo a pedido de procuradores-gerais estaduais democratas.
Um juiz federal dos Estados Unidos suspendeu a exigência do governo Trump para que faculdades provem que não utilizam ações afirmativas em seus processos de admissão. A liminar foi concedida pelo juiz F. Dennis Saylor IV, atendendo a um pedido de 17 procuradores-gerais estaduais democratas, que argumentaram que a coleta de dados poderia invadir a privacidade dos estudantes e levar a investigações infundadas. A decisão afeta apenas universidades públicas nos estados que entraram com a ação.
O juiz Saylor considerou que a exigência de dados foi apresentada de forma "apressada e caótica", embora reconheça a autoridade do governo para coletar tais informações. O Departamento de Educação defendeu a iniciativa, alegando direito à transparência sobre o uso de fundos federais. A decisão da Suprema Corte de 2023 proibiu o uso de ações afirmativas, mas permitiu que as universidades considerem como a raça moldou a vida dos estudantes.
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