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Hugo Motta admite uso de jato e hotel pagos por banqueiro

O presidente da Câmara é investigado por uso de benefícios de luxo e suposta intermediação de empréstimos no Banco Master, alvo da PF.

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Foto: G1 Política
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17/06 às 13:31 · atualizado 20:32

Pontos principais

  • Hugo Motta admitiu ter utilizado jato e hotel de luxo custeados pelo banqueiro Daniel Vorcaro em Lisboa.
  • Documentos da Operação Compliance Zero revelam que Motta teria solicitado empréstimo de R$ 22 milhões do Banco Master para empresa de sua cunhada.
  • Relatórios da Polícia Federal apontam que o banqueiro também financiou despesas de luxo para o senador Ciro Nogueira.
  • O presidente da Câmara afirma que as operações financeiras foram legais e defende uma investigação isenta sobre o caso.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, está sob escrutínio após o STF derrubar o sigilo de documentos da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master. Além de admitir o uso de um jato particular e hospedagem de luxo pagos pelo banqueiro Daniel Vorcaro, novos diálogos interceptados pela Polícia Federal indicam que o deputado teria solicitado um empréstimo de R$ 22 milhões junto à instituição financeira em favor de uma empresa de sua cunhada. O relatório da PF também aponta que o banqueiro custeou despesas para o senador Ciro Nogueira, levantando questionamentos sobre a relação entre agentes públicos e o setor bancário. Motta sustenta que a operação de crédito seguiu os trâmites legais e manifestou apoio a uma apuração isenta dos fatos, enquanto as investigações sobre as supostas irregularidades no Banco Master continuam em curso.

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