Dois projetos de lei buscam atualizar os valores das bolsas de residência médica para combater a defasagem salarial e o abandono dos programas.
O Senado Federal iniciou a tramitação de dois projetos de lei que visam reajustar as bolsas pagas aos médicos residentes no Brasil. As propostas, apresentadas em abril de 2026, buscam mitigar a defasagem salarial da categoria e evitar o abandono de programas de especialização. Enquanto o PL 1.800/2026, de autoria do senador Rogério Carvalho, foca na implementação de um mecanismo de correção periódica pelo IPCA, o PL 1.809/2026, da senadora Roberta Acioly, propõe um aumento direto para o valor de R$ 8.105 mensais. Além da questão financeira, a iniciativa de Acioly reforça o caráter estritamente educacional da residência, estabelecendo que o pagamento não configura vínculo empregatício. Os textos seguem agora para análise das comissões temáticas, onde será debatido o impacto orçamentário e a necessidade de valorização da formação médica especializada no país.
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