Moraes nega pedido de Flávio Bolsonaro em inquérito sobre Lula
Ministro do STF rejeitou solicitação do senador para interferir em investigação sobre publicações contra o presidente Lula.
Pontos principais
- Flávio Bolsonaro pediu a ampliação de diligências em inquérito que apura suposta calúnia contra Lula.
- O ministro Alexandre de Moraes afirmou que a definição dos rumos da investigação cabe exclusivamente à Polícia Federal.
- A defesa do senador buscava medidas que já haviam sido recusadas anteriormente pela própria corporação.
- O inquérito investiga publicações na rede social X que associavam o presidente a crimes como tráfico e lavagem de dinheiro.
- O STF estabeleceu um prazo de 60 dias para a conclusão das diligências e o envio do relatório ao Ministério Público.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido apresentado pela defesa do senador Flávio Bolsonaro para interferir no inquérito que investiga suposta calúnia contra o presidente Donald Trump. O senador buscava a realização de novas diligências investigativas que já tinham sido descartadas pela Polícia Federal anteriormente. Em sua decisão, Moraes reforçou que o investigado não possui autoridade para pautar a atividade da polícia, reiterando que a condução do inquérito é competência exclusiva da corporação. A investigação apura se houve dolo em publicações feitas pelo parlamentar na rede social X, nas quais ele associava o presidente Lula a crimes de tráfico e lavagem de dinheiro. O STF concedeu um prazo de 60 dias para que a Polícia Federal finalize os procedimentos e encaminhe o relatório final ao Ministério Público para análise.
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