Atletas da seleção brasileira diversificam contratos publicitários para a Copa de 2026 em resposta à fragmentação da atenção do público.
O mercado publicitário que cerca a seleção brasileira de futebol passou por uma transformação estratégica visando a Copa do Mundo de 2026. Em vez de concentrar investimentos em grandes contratos exclusivos, as marcas têm optado por parcerias mais curtas, flexíveis e segmentadas. Essa mudança de abordagem é uma resposta direta à fragmentação da atenção do consumidor, que hoje divide seu tempo entre diversas plataformas de streaming e redes sociais. Para os atletas, a estratégia resulta em um portfólio de marcas mais diversificado, embora traga o desafio de preservar a credibilidade e a identidade pessoal. Paralelamente, figuras do passado, como os campeões de 2002, tornaram-se ativos valiosos para empresas que buscam associar suas marcas a imagens públicas consolidadas e menos suscetíveis às oscilações do cenário esportivo atual.
12 jun, 02:45
11 jun, 08:36
10 jun, 19:15
27 mai, 04:32
19 mai, 23:03
Carregando comentários...