Consumidores brasileiros priorizam gastos com alimentos na Copa de 2026
Varejo projeta R$ 4,32 bilhões em movimentações, com foco em alimentação e itens temáticos, enquanto busca por eletrônicos perde força.
Pontos principais
- O varejo deve movimentar R$ 4,32 bilhões, com 70% do volume concentrado em supermercados.
- Buscas por itens temáticos, como camisas da seleção e álbuns de figurinhas, cresceram significativamente no Mercado Livre.
- Vendas de televisores recuaram 15%, refletindo a preferência por consumo imediato e transmissões via streaming.
- Consumidores evitam parcelamentos longos, priorizando gastos com bebidas, alimentos e personalização de ambientes.
O comportamento do consumidor brasileiro para a Copa do Mundo de 2026 indica uma mudança nas prioridades, com o varejo projetando uma injeção de R$ 4,32 bilhões na economia. O setor de supermercados deve capturar cerca de 70% desse montante, enquanto a demanda por televisores recuou 15% frente a 2022. Essa retração reflete uma cautela com o endividamento e a popularização do streaming, que altera a forma como o público acompanha o torneio. Dados do Meli Trends reforçam essa tendência, mostrando um aumento expressivo na procura por itens temáticos, como camisas da seleção e álbuns de figurinhas, além de uma busca por personalização de ambientes. Com o apoio de plataformas de tecnologia e delivery, o torcedor brasileiro prioriza agora a conveniência e o consumo imediato de alimentos e bebidas, consolidando um novo perfil de consumo focado em bem-estar e ativações de marca durante os jogos.
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