A aproximação da Copa do Mundo de 2026 tem mobilizado o mercado financeiro, com expectativas de ganhos bilionários em diversos setores. Nos Estados Unidos, sede do torneio, projeta-se um impacto econômico de US$ 17,2 bilhões, beneficiando a infraestrutura de turismo e o ecossistema de pagamentos. No Brasil, o otimismo recai sobre o varejo, com projeções de aumento de 4,7% no consumo, impulsionado por um cenário de inflação controlada em 4,1% e renda média superior à edição de 2022. O comportamento do consumidor, que tende a concentrar compras de itens de confraternização na véspera dos jogos, deve favorecer o varejo doméstico, dado que 65% dos brasileiros planejam acompanhar as partidas em casa. Contudo, analistas mantêm cautela devido à taxa Selic, que pressiona o crédito, e alertam para possíveis oscilações no fluxo de lojas físicas de moda durante os horários dos jogos.
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