Romeu Zema defende privatizações e mudanças no STF em pré-candidatura
Pré-candidato do Novo à Presidência propõe privatizar estatais, endurecer combate ao crime e alterar regras para indicações ao Supremo Tribunal Federal.
Pontos principais
- Zema propõe a privatização de estatais como Petrobras e Banco do Brasil para reduzir a dívida pública.
- O pré-candidato defende classificar facções criminosas como organizações terroristas.
- O plano inclui mudanças no STF, como a imposição de idade mínima para novos ministros.
- Zema sugere a redução gradual da alíquota-padrão do IVA de 28% para 25% em uma década.
Durante o Fórum Rumos do Brasil, o governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, apresentou os pilares de sua plataforma eleitoral. O programa foca em uma agenda liberal agressiva, com a proposta de privatizar grandes estatais brasileiras, incluindo a Petrobras e o Banco do Brasil, visando o abatimento da dívida pública. Além disso, o candidato defende uma reforma tributária que reduza a alíquota-padrão do IVA para 25% ao longo de dez anos. No campo institucional, Zema criticou a atual composição do STF e sugeriu alterações nas regras de nomeação, como a exigência de idade mínima para os magistrados. O candidato também priorizou a segurança pública, propondo o uso de forças nacionais e o tratamento de facções criminosas como organizações terroristas para conter a criminalidade no país.
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