O fim da isenção tributária pressiona montadoras chinesas a acelerar a produção local para manter a competitividade no mercado brasileiro.
O setor automotivo brasileiro se prepara para uma mudança significativa em julho de 2026, quando o imposto de importação para veículos eletrificados alcançará a alíquota máxima de 35%. A medida marca o encerramento do ciclo de isenções que facilitou a entrada de modelos chineses no país. Para mitigar o impacto tributário e preservar a competitividade, grandes montadoras como BYD e GWM estão consolidando investimentos em unidades fabris na Bahia e em São Paulo. Paralelamente, a Geely busca viabilizar sua produção local através de uma parceria estratégica com a Renault no Paraná. Embora o aumento gradual das alíquotas tenha sido compensado pela redução nos custos das baterias e pela intensa concorrência entre as marcas, a transição para a manufatura nacional tornou-se o principal pilar para a sustentabilidade dos preços no mercado brasileiro de eletrificados.
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