Grupo contesta leis coloniais e a privatização do litoral jamaicano, que prioriza redes hoteleiras internacionais em detrimento da população local.
Um grupo de ativistas jamaicanos iniciou uma batalha judicial para garantir o acesso público às praias do país, contestando legislações da era colonial que facilitam a privatização do litoral. O movimento busca impedir que o governo ceda novas áreas costeiras para grandes redes hoteleiras, prática que tem limitado severamente a circulação dos moradores. Relatos apontam a perda de acesso a locais históricos, como Mammee Bay, sob um modelo criticado por ativistas como 'turismo de plantação', que prioriza o lucro de investidores em detrimento das necessidades de lazer, saúde e subsistência da população nativa. A disputa, que envolve o direito de uso de áreas tradicionalmente dedicadas à pesca e ao comércio local, destaca as tensões crescentes entre o setor de turismo de luxo e a preservação dos direitos das comunidades jamaicanas sobre o território costeiro.
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