O desenvolvimento do setor turístico no Caribe tem gerado tensões sociais significativas, com moradores de países como Barbuda, Granada e Jamaica denunciando a perda de acesso a praias paradisíacas. A proliferação de empreendimentos exclusivos e resorts de luxo tem transformado áreas costeiras que antes eram de uso público em espaços restritos, limitando a circulação das populações locais. Ativistas da região argumentam que esse modelo de exploração prioriza o lucro do turismo de massa em detrimento do direito fundamental ao lazer e à conexão com a natureza. O cenário levanta um debate urgente sobre a gestão territorial e a necessidade de políticas públicas que equilibrem a economia do turismo com o bem-estar social das comunidades residentes, que se veem cada vez mais excluídas do acesso aos recursos naturais de seus próprios territórios.
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