Paulo Henrique Costa, preso desde abril, espera há quatro semanas resposta da PF e da PGR para formalizar acordo de colaboração premiada.
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, permanece detido desde o dia 16 de abril enquanto aguarda um posicionamento das autoridades sobre sua proposta de delação premiada. A defesa do executivo relata que, há quatro semanas, espera a assinatura de um documento indispensável por parte da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que as negociações do acordo possam ser formalmente iniciadas. O processo, que corre sob sigilo, apura possíveis irregularidades ocorridas durante a gestão de Costa à frente da instituição financeira. A expectativa é que a colaboração possa esclarecer pontos centrais das investigações em curso, embora a demora na resposta dos órgãos de controle mantenha o impasse jurídico sobre o futuro do ex-dirigente no âmbito da operação.
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