A proposta de colaboração premiada de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, está estagnada há um mês sem retorno oficial dos órgãos de controle.
A proposta de delação premiada apresentada por Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), permanece sem movimentação oficial por parte da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) há um mês. O executivo, que contratou o advogado Davi Tangerino para conduzir as tratativas, busca colaborar com as autoridades após ter sido preso em abril deste ano, sob a acusação de ter recebido R$ 150 milhões em propinas vinculadas ao Banco Master. A estagnação do processo reflete uma avaliação cautelosa dos investigadores, que ponderam se as informações oferecidas por Costa são indispensáveis para o desdobramento do caso, considerando o vasto material já apreendido com o empresário Daniel Vorcaro. A recente decisão da PF em rejeitar a colaboração de Vorcaro adiciona uma camada de incerteza sobre o futuro das negociações de Costa, que aguarda um posicionamento definitivo das autoridades competentes.
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