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Delação de ex-presidente do BRB segue sem avanços na PF e PGR

A proposta de colaboração premiada de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, está estagnada há um mês sem retorno oficial dos órgãos de controle.

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Foto: Times Brasil
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13/06 às 15:15

Pontos principais

  • Paulo Henrique Costa foi preso em abril sob suspeita de receber R$ 150 milhões em propina do Banco Master.
  • A defesa do executivo, liderada pelo advogado Davi Tangerino, apresentou os termos da colaboração ao STF, PF e PGR.
  • Investigadores analisam se a delação é necessária, dado que provas apreendidas com Daniel Vorcaro podem ser suficientes.
  • A recente recusa da Polícia Federal em aceitar a proposta de delação de Vorcaro pode impactar as negociações de Costa.

A proposta de delação premiada apresentada por Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), permanece sem movimentação oficial por parte da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) há um mês. O executivo, que contratou o advogado Davi Tangerino para conduzir as tratativas, busca colaborar com as autoridades após ter sido preso em abril deste ano, sob a acusação de ter recebido R$ 150 milhões em propinas vinculadas ao Banco Master. A estagnação do processo reflete uma avaliação cautelosa dos investigadores, que ponderam se as informações oferecidas por Costa são indispensáveis para o desdobramento do caso, considerando o vasto material já apreendido com o empresário Daniel Vorcaro. A recente decisão da PF em rejeitar a colaboração de Vorcaro adiciona uma camada de incerteza sobre o futuro das negociações de Costa, que aguarda um posicionamento definitivo das autoridades competentes.

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