O governo brasileiro aponta a defesa nacional e o combate ao crime organizado como prioridades estratégicas para a política externa até 2030.
O assessor Audo Faleiro definiu a defesa nacional, a soberania digital e o enfrentamento ao crime organizado como os pilares centrais da política externa do Brasil para a próxima década. Diante de um cenário de crescente instabilidade geopolítica, o governo brasileiro avalia a necessidade de reformular suas estratégias de segurança, especialmente em resposta à presença militar dos EUA na Venezuela. Paralelamente, o país busca fortalecer sua autonomia econômica com a criação de um Conselho Nacional de Minerais Críticos, focado na gestão de terras raras e outros recursos estratégicos. A política externa brasileira também enfrenta desafios internos e externos, como a paralisia decisória observada nos Brics após a expansão do grupo e as dificuldades de integração regional causadas por tensões diplomáticas com vizinhos como a Argentina e a crise venezuelana.
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