O ministro da Defesa, José Múcio, reiterou a defesa da soberania nacional diante da pressão do governo Trump para classificar facções criminosas brasileiras como terroristas, enquanto o Brasil busca expandir sua indústria de defesa.
O ministro da Defesa, José Múcio, defendeu a soberania nacional do Brasil contra a pressão do governo Trump para classificar facções criminosas brasileiras, como o PCC e o CV, como organizações narcoterroristas. Múcio afirmou que o Brasil é uma "ilha de felicidade" e que a soberania deve ser preservada. O governo Lula resiste a essa classificação, argumentando que ela poderia justificar uma intervenção militar estrangeira e que as facções são motivadas pelo lucro, não por ideologia, não se enquadrando na definição legal de terrorismo.
Simultaneamente, o Ministério da Defesa lançou um catálogo estratégico de produtos para expandir o mercado internacional da indústria bélica brasileira. As exportações de produtos de defesa do Brasil alcançaram um recorde de 3,4 bilhões de dólares em 2025, impulsionadas pelo cenário de acirramento bélico global. O vice-presidente Geraldo Alckmin também comentou sobre o conflito entre EUA e Israel contra o Irã, classificando-o como "perde-perde" e destacando a importância da trégua.
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