O reajuste supera a inflação oficial e é pressionado pelo fim de créditos tributários, com medidas para mitigar o impacto em consumidores específicos.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que as tarifas de energia elétrica sofrerão um reajuste médio de 8,6% em 2026. O índice supera a previsão do IPCA, fixada em 4,98%, sendo pressionado principalmente pela inflação e pelo encerramento de créditos tributários de PIS/Cofins. Para conter o impacto direto aos consumidores, a agência aprovou a distribuição de R$ 5,53 bilhões provenientes da repactuação de dívidas de geradoras hidrelétricas. Essa medida visa equilibrar os custos, permitindo que consumidores de baixa tensão enfrentem um reajuste menor, próximo de 4,51%. O alívio financeiro beneficiará especialmente áreas sob jurisdição da Sudam e Sudene, além de regiões específicas em Mato Grosso, Minas Gerais e Espírito Santo, buscando mitigar a pressão sobre o orçamento das famílias diante do cenário de alta nos custos do setor elétrico.
29 mai, 18:32
24 abr, 19:03
23 abr, 13:05
17 mar, 17:03
27 fev, 18:01
Carregando comentários...