Operários relatam pagamentos inferiores a US$ 2 por hora na construção do novo consulado americano em Milão, avaliado em US$ 350 milhões.
Trabalhadores estrangeiros envolvidos na construção do novo consulado dos Estados Unidos em Milão denunciaram condições de trabalho precárias, alegando receber menos de US$ 2 por hora. O projeto, que conta com um investimento de US$ 350 milhões, tornou-se alvo de críticas após relatos de que os operários foram atraídos por promessas de salários justos que não foram cumpridas na prática. A situação expõe fragilidades na fiscalização das cadeias de subcontratação utilizadas em obras diplomáticas americanas fora do país. O episódio gera questionamentos sobre a responsabilidade das autoridades dos EUA na supervisão de seus canteiros de obras internacionais e levanta um debate sobre os direitos trabalhistas em projetos de infraestrutura de alto valor financiados pelo governo federal.
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