Trabalhadores de estádios e hotéis nos EUA ameaçam greve na Copa
Funcionários de cidades-sede buscam melhores salários e proteção contra ações migratórias antes do início da Copa do Mundo em junho.
Pontos principais
- Cerca de 2.000 trabalhadores do SoFi Stadium, em Los Angeles, autorizaram a greve.
- O sindicato Unite Here Local 11 lidera as negociações por novos contratos e reajustes salariais.
- A categoria teme operações do órgão de imigração (ICE) durante o evento esportivo.
- A paralisação pode afetar a logística da Copa do Mundo, que começa em 11 de junho.
Trabalhadores do setor de hospitalidade e serviços em cidades-sede da Copa do Mundo nos Estados Unidos votaram pela autorização de greve, pressionando por melhores condições de trabalho antes do início do torneio, marcado para 11 de junho. A mobilização, liderada pelo sindicato Unite Here Local 11, inclui cerca de 2.000 funcionários do SoFi Stadium, em Los Angeles, que exigem aumentos salariais significativos e novos contratos sindicais. Além das demandas econômicas, a categoria manifestou preocupação com a segurança jurídica de imigrantes, solicitando garantias contra possíveis ações do órgão de imigração (ICE) durante o período do evento. A ameaça de paralisação coloca em risco a operação logística das instalações esportivas e hoteleiras, evidenciando a tensão entre a organização do evento e a força de trabalho local que busca aproveitar a visibilidade da Copa para assegurar direitos trabalhistas.
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