Promotores federais acusaram oito ativistas de conspiração e intimidação para forçar a universidade a romper laços financeiros com Israel.
Promotores federais indiciaram oito ativistas sob acusações de conspiração e intimidação criminosa, decorrentes de uma campanha direcionada a autoridades da Universidade de Michigan. Segundo as autoridades, o grupo utilizou táticas de pressão para forçar a instituição de ensino a encerrar seus vínculos financeiros com Israel. Além das ações contra a universidade, a denúncia detalha episódios de vandalismo contra empresas na região e contra a Federação Judaica de Detroit. O caso, revelado após o deslacre de documentos judiciais na última quarta-feira, destaca a crescente tensão em torno de protestos universitários e as medidas legais adotadas pelo governo para conter atos de intimidação. A investigação sublinha a linha divisória entre o exercício do direito à manifestação e a prática de crimes contra instituições e indivíduos.
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