Um comandante do Kataib Hezbollah, milícia iraquiana apoiada pelo Irã, foi formalmente acusado pelas autoridades americanas de planejar ataques contra alvos judaicos nos Estados Unidos e na Europa. Entre os alvos identificados, consta uma sinagoga localizada em Nova York. O grupo, classificado como uma das forças mais radicais do Iraque, atua historicamente como um proxy iraniano, o que eleva a gravidade das acusações para o cenário de segurança nacional. Segundo as investigações, as ações fariam parte de uma campanha de retaliação iniciada em fevereiro. O caso sublinha a preocupação crescente dos EUA com a capacidade de grupos militantes regionais em projetar ameaças para além do Oriente Médio, desafiando o monitoramento constante das agências de inteligência sobre organizações que operam sob influência direta de Teerã.
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