EUA e aliados condenam planos de ataques do Irã em solo europeu
Coalizão internacional acusa o governo iraniano de orquestrar assassinatos e ataques contra dissidentes e comunidades judaicas na Europa.
Pontos principais
- Estados Unidos, Austrália e nações europeias emitiram declaração conjunta contra atividades hostis do Irã.
- O governo iraniano é acusado de planejar atentados contra jornalistas, dissidentes e membros de comunidades judaicas.
- A denúncia cita o envolvimento da Guarda Revolucionária Islâmica, da Força Quds e do Ministério da Inteligência do Irã.
- Países signatários exigem o fim imediato das ações, classificando-as como violações da soberania nacional e normas internacionais.
Uma coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos e composta por países europeus e a Austrália, emitiu uma declaração formal condenando o que descreveu como um plano letal e maligno do governo iraniano para realizar ataques em solo europeu. Segundo a acusação, as operações visam o assassinato de dissidentes, jornalistas e membros de comunidades judaicas, contando com o apoio direto da Guarda Revolucionária Islâmica, da Força Quds e do Ministério da Inteligência e Segurança do Irã. Além disso, o documento condena ataques recentes reivindicados pelo grupo pró-Irã HAYI. A relevância desta denúncia reside na grave violação da soberania das nações europeias e no desafio direto às normas internacionais de segurança. Os países signatários exigiram o encerramento imediato dessas atividades, sinalizando um aumento na pressão diplomática contra as operações de inteligência iranianas no exterior.
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