Nelson Antônio de Sousa justificou o acordo homologado pelo STF como medida necessária para reverter o isolamento financeiro do banco.
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Sousa, defendeu no Senado a estratégia de recuperação do banco, destacando que a instituição enfrentava um cenário de isolamento no mercado financeiro antes das medidas atuais. O plano, que envolve um aporte de R$ 6,6 bilhões via Fundo Garantidor de Créditos (FGC), foi homologado pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, após debates sobre a capacidade de pagamento do Governo do Distrito Federal. A medida é vista como essencial para estabilizar as contas do banco e permitir sua reintegração plena ao sistema financeiro. Com a reestruturação em curso, o BRB estima que o pagamento do empréstimo será viabilizado pelo crescimento operacional, com a expectativa de superar a marca de R$ 1 bilhão em lucro anual a partir de 2028, dependendo ainda da conclusão de auditorias independentes sobre o balanço de 2025.
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