Keiko Fujimori e Roberto Sánchez disputam a presidência neste domingo, enfrentando um Congresso com histórico de destituir chefes de Estado.
O Peru define neste domingo, 7 de junho de 2026, o seu próximo presidente em um segundo turno disputado por Keiko Fujimori e Roberto Sánchez. O vencedor assumirá o comando do país em um cenário de alta volatilidade política, marcado por uma relação tensa entre o Poder Executivo e o Legislativo. A governabilidade é a principal preocupação, dado que o Congresso peruano possui um histórico recente de instabilidade, tendo sido responsável pela destituição de quatro chefes de Estado nos últimos dez anos. O novo mandatário enfrentará o desafio de completar um ciclo de cinco anos de governo, precisando negociar com um parlamento fragmentado e propenso a remover presidentes. A capacidade de articulação política será, portanto, o fator determinante para a estabilidade institucional do país durante o próximo mandato presidencial.
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