Empresas de apostas pressionam o governo por regras mais rígidas contra a distribuição ilegal de jogos de azar eletrônicos como o Fortune Tiger.
Empresas de apostas que operam legalmente no Brasil solicitaram ao governo federal a implementação de medidas mais rigorosas para combater a distribuição de jogos de azar eletrônicos em plataformas clandestinas. O setor aponta o Fortune Tiger, popularmente chamado de 'jogo do tigrinho', como o principal exemplo de atividade que opera fora das normas vigentes, prejudicando a competitividade das empresas licenciadas. A demanda busca coibir o fornecimento de caça-níqueis para sites que não possuem autorização para atuar no país. Em resposta, o Ministério da Fazenda informou que planeja publicar a regulamentação específica para o segmento de apostas ao longo de 2026. O objetivo central da medida é assegurar uma concorrência mais justa, combater a ilegalidade e aumentar a segurança jurídica para os operadores que cumprem as exigências regulatórias brasileiras.
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