A seleção norueguesa volta ao mundial em 2026, mas o uso de simbologia viking em sua campanha promocional gerou críticas por possíveis associações.
Após 28 anos de ausência, a Noruega confirmou seu retorno à Copa do Mundo em 2026. Para celebrar o feito, a federação lançou uma campanha publicitária temática que resgata a história nórdica através de trajes vikings, contando inclusive com a participação do rei Harald V no vídeo de convocação. O elenco, que vive uma fase de alta competitividade com um valuation de mercado avaliado em 589 milhões de euros, é visto como um dos mais promissores do país nas últimas décadas. Contudo, a estratégia de marketing enfrentou resistência de setores da imprensa e especialistas. Críticos argumentam que a utilização da simbologia viking é arriscada, dado que tais ícones são frequentemente apropriados por grupos nacionalistas e neonazistas. A polêmica levanta um debate sobre a responsabilidade das instituições esportivas ao utilizar símbolos históricos que podem ser interpretados como chauvinistas ou excludentes no cenário contemporâneo.
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