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Sucesso da Noruega na Copa de 2026 impulsiona economia e cultura

A campanha histórica da seleção norueguesa no mundial eleva o consumo interno e projeta a cultura do país internacionalmente.

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Foto: Máquina do Esporte
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11/07 às 09:31 · atualizado há 1h

Pontos principais

  • A Noruega alcançou as quartas de final da Copa do Mundo de 2026, encerrando um jejum de 28 anos sem participar do torneio.
  • O desempenho esportivo gerou um aumento de 32% nas vendas da cervejaria Mack Bryggeri e impulsionou o setor de bares em Oslo.
  • A 'remada viking', gesto popularizado pela torcida, tornou-se um símbolo cultural e diplomático do país nos Estados Unidos.
  • Ole Froystad, criador do movimento, planeja levar uma réplica de um navio viking para a Copa de 2030, sediada em Portugal, Espanha e Marrocos.

A surpreendente trajetória da seleção norueguesa na Copa do Mundo de 2026 tem gerado impactos significativos tanto na economia quanto na diplomacia do país. Com a equipe avançando para as quartas de final, o setor de bebidas registrou um crescimento expressivo, com a cervejaria Mack Bryggeri reportando um aumento de 32% nas vendas. Para acomodar a demanda e o fuso horário dos jogos realizados nos Estados Unidos, o governo norueguês flexibilizou o horário de funcionamento dos bares. Além do impacto financeiro, o fenômeno cultural da 'remada viking' tem servido como uma ferramenta de soft power, melhorando a imagem da nação no exterior. O sucesso do movimento é tão expressivo que o idealizador Ole Froystad já articula parcerias comerciais para levar uma réplica de um navio viking para a edição de 2030 do torneio, consolidando a celebração como um marco da torcida norueguesa.

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